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Representante do IPT indica como superar barreiras técnicas rumo ao comércio internacional

Desde a criação da Organização Mundial do Comércio (OMC), em 1995, barreiras tarifárias foram banidas ou radicalmente rebaixadas na maioria dos países, mas, em contraposição, barreiras técnicas legalmente impostas se tornaram o obstáculo da vez ao ingresso de produtos importados. Com esta declaração, o coordenador operacional do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) do governo paulista, Ílio De Nardi, ilustrou a importância do Progex, programa desenvolvido pelo Governo do Estado de São Paulo que proporciona suporte técnico a empreendedores de micro, pequeno e médio portes interessados em adequar seus produtos a normas e regulamentações globais. 

[img_assist|nid=2285|title=Palestrante fala sobre exportação para 150 empreendedores|desc=|link=node|align=left|width=640|height=425]De Nardi ministrou palestra para cerca de 150 empreendedores a convite do Departamento de Relações Internacionais e Captação de Recursos da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho (SDET) da Prefeitura de Santo André. O evento foi realizado no Salão Burle Marx, no prédio do Executivo Municipal. 

“O Progex atua na engenharia do produto, com foco na melhoria da qualidade, na adequação de sua embalagem e no aperfeiçoamento de seu design. Como reflexo deste trabalho, a empresa ainda se beneficia de redução de custos”, explicou De Nardi, ao comentar que em 11 anos de existência o programa foi responsável pela adequação de 1.100 produtos aos mercados internacionais.

Fundamental para a competitividade global, o Progex ainda é relativamente econômico, porque é contemplado por subsídio proveniente de convênio entre o governo estadual e federal. “O custo subsidiado chega a 80%, restando ao empreendedor arcar os 20% restantes, dependendo do caso”, afirmou De Nardi. Interessados devem entrar em contato com a SDET pelo telefone (11) 4468-4409.

Na sequência, o representante do Porto Seco de Santo André, Marcelo Caio, ministrou palestra sobre regimes aduaneiros nesta zona secundária de comércio internacional pela qual passam, em média, 10 mil toneladas de produtos por mês – 60% das quais destinadas à exportação.  

André Lima

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