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Informação e Transparência

Caminho do Sal

mapa caminho do sal

 

O Caminho do Sal é uma rota ecoturística, fruto de parceria entre as prefeituras de Santo André, São Bernardo do Campo e Mogi das Cruzes. com uma extensão de 53,5 km, entre São Bernardo, a Vila de Paranapiacaba e Mogi das Cruzes. Seu percurso pode ser feito na totalidade ou em trechos: o Caminho do Zanzalá (de 16 km, entre São Bernardo do Campo e Santo André), o Caminho dos Carvoeiros (de 10 km, em Santo André) e o Caminho de Bento Ponteiro (de 27,5 km, entre Santo André e Mogi das Cruzes) a pé ou de bicicleta. Todo trajeto tem sinalização turística, o que permite ao público perfazê-lo por conta própria ou com o acompanhamento de monitores.
Outras informações

HISTÓRIA – O Caminho do Sal foi um dos primeiros caminhos do Planalto Paulista no início da ocupação do seu território pelos portugueses. Conhecido como Zanzalá, o percurso, que ligava os atuais municípios de São Bernardo e Mogi das Cruzes, foi aberto em 1640 para transporte de sal, produto estratégico na época para sobrevivência dos povoamentos. Mais tarde, tropeiros passaram a utilizar o caminho para desviar dos impostos cobrados pelo comércio de pedras preciosas, oriundas das minas de Cuiabá. Em 13 de maio de 1722, o rei de Portugal ordenou a vedação do Caminho do Zanzalá, fato que contribuiu para que o trajeto fosse esquecido.

A retomada do percurso resgata alguns trechos originais do Caminho do Zanzalá, além de proporcionar sua abordagem simbólica. O Caminho dos Carvoeiros retrata uma parte da história marcada pela extração de madeira para os fornos das olarias dos núcleos colônias de Ribeirão Pires e São Caetano, e a produção de carvão para atender ao crescimento acelerado da Capital e de Santos no final do século 19. Atualmente, este trecho possui uma mata em estágio pioneiro de regeneração com muitos Manacás.
 
Já  o Caminho do Bento Ponteiro resgata o trecho original de um comerciante que no mesmo período saiu de Mogi das Cruzes para se instalar na parte Alta da Vila de Paranapiacaba. Como construiu pontes em sua mocidade, era conhecido por ‘Ponteiro’. Agora como uma atração turística, possibilita aos interessados o entendimento da dinâmica dos deslocamentos durante a exploração colonial, momento de formação do atual território do Grande ABC e do município de Mogi das Cruzes. A intenção dos organizadores é um convite para o público redescobrir, em meio a paisagens fantásticas e muita aventura, um dos caminhos mais antigos do Brasil: o Caminho do Sal.
 
O Caminho do Sal é uma iniciativa das Prefeituras de Santo André, São Bernardo do Campo e Mogi das Cruzes e tem por objetivo resgatar a história da região e estimular o turismo nas cidades. Mais informações podem ser obtidas pelos tels.: 11 4439-0109 e 11 4439-0321.

Encontro de Ferreomodelismo

  • Escrito por Prefeitura de Santo André
  • Categoria: Vila de Paranapiacaba
  • Acessos: 2884

ferreomodelismoO Encontro de Ferreomodelismo, organizado pelo Férreo Clube do ABC, reúne maquetes de ferrovias, trens e vagões, entre outros materiais. O evento reúne e confraterniza ferreomodelistas
e público em geral, contando com a oportunidade de poder apreciar a maquete do Ferreo Clube do ABC e a possibilidade de conhecer melhor o hobby e ver as maquetes operacionais expostas.

As atividades contam com o apoio da Prefeitura de Santo André. Mais informações podem ser obtidas no Centro de Informações Turísticas de Paranapiacaba, no Largo dos Padeiros, s/n, na Parte Baixa da Vila, tel. 11 4439-0237. Ou pelos endereços eletrônicos Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. e Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..">Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Convenção de Bruxas e Magos

  • Escrito por Prefeitura de Santo André
  • Categoria: Vila de Paranapiacaba
  • Acessos: 3948

convenc3a7c3a3o-23HA 9 ANOS a Casa de Bruxa através das Convenções de Bruxas e Magos em Paranapiacaba iniciou uma nova geração de admiradores da Magia e se consagrou como um dos maiores eventos abertos do gênero no Brasil.

A proposta deste evento é proporcionar aos convidados informações sobre Energia, natureza Humana e trazer recados a humanidade sobre qual sera o nosso caminho a partir de agora
e entender um pouco mais sobre nossas escolhas.

Neste ano estaremos falando sobre as culturas nomades que surgiram em nosso planeta e como elas se multiplicaram através dos tempos.

A 10º. Convenção de Bruxas e Magos em Paranapiacaba é um evento aberto ao grande publico, pois visa principalmente desmistificar as Bruxas e Magos do mundo e promover uma ampla oportunidade para as pessoas participantes se conhecerem melhor e entenderem que todos estão no mesmo caminho da busca para um mundo melhor.

Durante este período varias personalidades importantes da area se apresentarão para levar informações através de palestras, workshops, teatro, danças, salas tematicas. Havera tambem expositores com seus produtos mágicos, grupos de danças e muito mais.

Paranapiacaba é o local escolhido para este evento pois suas construções remontam o século XIX, tombada pelo patrimonio histórico e hoje estudada através de registros datados de 1528 dão conta de uma trilha chamada de “Peabiru”. Trilha dos tupiniquins onde se acredita que os Incas utilizavam este local como rota de passagem seguindo em direção a Cuzco e Machu Pichu no Peru.

Saiba + pelo site http://convencaodebruxas.com.br/

Encontro de Magias e Terapias

  • Escrito por Prefeitura de Santo André
  • Categoria: Vila de Paranapiacaba
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magias

A Vila de Paranapiacaba recebe o Encontro Internacional de Magias e Terapias Alternativas. O evento conta com palestras, vivências e workshops, além de oráculos, biossoma e feira de produtos esotéricos.

O Encontro Internacional de Magias e Terapias Alternativas é organizado por Talissa Assato e Othon Carrasco, com o apoio do Departamento de Turismo de Santo André.

Informações sobre a programação podem ser obtidas pelo celular (11) 4799-8978, ou em www.projetoreligare.com.br.Já sobre os passeios na Vila, o interessado deve ligar para o Centro de Informações Turísticas, no telefone (11) 4439-0237, ou no sítio da Prefeitura de Santo André na Internet.

 

História da Vila e da ferrovia

  • Escrito por Prefeitura de Santo André
  • Categoria: Vila de Paranapiacaba
  • Acessos: 24997

vila-paranapiacaba"É o alto da serra. Em frente, a alguns decâmetros, abre-se, rasga-se um vão, uma clareira enorme por onde se enxerga um horizonte remotíssimo, um acinzentamento confuso de serras e céu, que assombra, que amesquinha a imaginação. Começam aí os planos inclinados..." (A Carne - Júlio Ribeiro)

Paranapiacaba: 'lugar de onde se vê o mar', em tupi-guarani. Num dia claro, esta era a visão que tinham os povos indígenas que passavam por ali, depois de subir a Serra do Mar rumo ao planalto. No século XIX, naquele caminho íngreme utilizado pelos índios, desde os tempos pré-coloniais, seria construída uma estrada de ferro que mudaria a paisagem do interior paulista e ocasionaria a fundação da vila de Paranapiacaba.

O fator preponderante para a construção da Ferrovia Santos-Jundiaí foi a expansão do café, que chegou ao Rio de Janeiro no início do século XIX e logo se espalhou pelo vale do Rio Paraíba. A próxima região ocupada pela cultura cafeeira seria o oeste paulista, já bem no interior do estado. A partir daí, tornou-se urgente encontrar um meio de escoar o café com maior facilidade para o Porto de Santos. O mercado no exterior era certo, mas o produto levava dias de viagem em tropas de muares até o litoral.

Os primeiros estudos para a implantação da ferrovia começaram em 1835, mas foi apenas depois de 1850 que a idéia começou a sair do papel, graças ao espírito empreendedor do Barão de Mauá. Ele encontrou nos ingleses os parceiros ideais para executar o projeto. Além de ter interesses em dinamizar o fluxo de exportação e importação brasileiro, a Inglaterra detinha uma vasta experiência na construção de ferrovias, utilizando a tecnologia da máquina a vapor - algo imprescindível para vencer as dificuldades técnicas impostas pelo desnível de 796 metros entre o topo da serra e o litoral. Em 26 de abril de 1856, a recém-criada empresa inglesa São Paulo Railway Co. recebia, por um decreto imperial, a concessão para a construção e exploração da ferrovia por 90 anos.

As obras tiveram início em 1860, comandadas pelo engenheiro inglês Daniel M. Fox. Dadas as características extremamente íngremes do trecho da serra, optou-se pela adoção do chamado sistema funicular: o percurso foi dividido em quatro planos inclinados, cada um com uma máquina fixa a vapor que tracionava as composições através de cabos de aço.

A vila de Paranapiacaba era inicialmente apenas um acampamento de operários. Depois da inauguração da ferrovia, em 1867, houve a necessidade de se fixar parte deles no local para cuidar da manutenção do sistema. Assim, construiu-se a Estação Alto da Serra, que também foi o primeiro nome dado ao lugarejo. Por causa da sua localização, último ponto antes da descida da serra, a vila começou a ganhar importância. Também nesta época foi fundada, em torno da estação São Bernardo, a futura cidade de Santo André, à qual a vila de Paranapiacaba pertence hoje.

Enquanto isso, a ocupação no interior do estado se consolidava, graças à estrada de ferro. O comércio e a produção agrícola aumentaram significativamente. Em pouco tempo já era preciso duplicar a ferrovia.


A partir de 1896, começaram as obras. Paralelamente aos trabalhos de duplicação, a vila também sofreria modificações. No alto de uma colina, os ingleses construíram a casa do engenheiro-chefe, chamada de Castelinho, de onde toda a movimentação no pátio ferroviário poderia ser observada. Na mesma época, foi erguida a Vila Martim Smith, com casas em estilo inglês, de madeira e telhados em ardósia, para servir de moradia aos funcionários da empresa. Em 1900, o novo sistema de planos inclinados é inaugurado, recebendo o nome de Serra Nova.

Do outro lado da estrada de ferro, a Parte Alta de Paranapiacaba, que não pertencia à companhia, seguia padrões arquitetônicos diversos daqueles da vila inglesa. A área começou a ser ocupada por comerciantes para atender os ferroviários já na década de 1860. Ali também moravam os funcionários aposentados, que não poderiam mais usar as casas cedidas pela empresa.

Até meados da década de 40, os moradores viviam ali como uma grande família. A vila era bem cuidada, com ruas arborizadas e casas pintadas. O clube União Lira Serrano era o centro de uma intensa atividade sócio-cultural: bailes, jogos de salão, competições esportivas, encenações teatrais, exibições de filmes e concertos da Banda Lira. Outro importante ponto de encontro, para fechar um negócio ou conversar sobre política e futebol, era a Estação. Nas noites de sábados e domingos, moços e moças bem alinhados, interessados em namorar, caminhavam pelas plataformas largas, como relata João Ferreira, antigo morador da vila.

Em 1946, termina o período de concessão da São Paulo Railway Co. e todo seu patrimônio é incorporado ao da União. Este fato é apontado pelos antigos moradores como o início da decadência da vila. Com a desativação parcial do sistema funicular, na década de 70, mais um golpe: parte dos funcionários é dispensada ou aposentada e outros são contratados, para cuidar do novo sistema de transposição da serra - a cremalheira-aderência.


Nos anos 1980, depois de várias denúncias na imprensa sobre a deterioração da vila, é criado o Movimento Pró-Paranapiacaba. Em 1986, a Rede Ferroviária entregou restaurados o sistema funicular entre o 4° e o 5° patamares e o Castelinho. No ano seguinte, o núcleo urbano, os equipamentos ferroviários e a área natural de Paranapiacaba foram tombados pelo CONDEPHAAT - Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo.

Fonte: http://www.cidadeshistoricas.art.br/

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