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Cultura prevencionista

  • Escrito por Prefeitura de Santo André

As tragédias e acidentes costumam acontecer onde a cultura de prevenção inexiste ou falha. Nos diversos universos laborativos existentes os profissionais de Segurança e Saúde do Trabalho, Cipeiros e outros nos seus cotidianos laboram em prol de ambientes e condições de trabalho dignos e sadios. Tentam, se esforçam a fim de que a conscientização quanto às questões prevencionistas estejam de forma imprescindível no pensamento dos gestores, administradores, possuidores da capacidade de decidir ou em qualquer nível de chefia e, principalmente, que deva estar enraizado na consciência dos trabalhadores, como um direito fundamental que possuem.

Na vida profissional muitos se perguntam o porquê de determinados trabalhos não acontecerem de formas verdadeiramente seguras, como estabelece a legislação vigente em Segurança e Saúde do Trabalho no Brasil. Desacreditar, não cumprir, fingir, burlar. Assim o trabalhador, famílias, e o país vão padecendo dos males e consequentes danos provocados pelos acidentes e doenças relacionadas pelo mundo do trabalho.

Será, então, necessário maior rigor nas fiscalizações, maior comprometimento de todos em nome de locais de trabalho dignos que possam produzir baixas significativas nos índices de acidentes e doenças do trabalho? Nos postos de trabalho onde habituais intervenções ocorrem diariamente, porque os trabalhadores fogem dos procedimentos de segurança do trabalho? Qual o motivo da resistência das chefias no emprego destes respectivos procedimentos de segurança? Pode-se elencar determinados fatores para o não cumprimento de normas de segurança, como a falta de empenho para execução de uma tarefa e o tempo de trabalho gasto para fazer um serviço (com segurança).

É preciso reconhecer que há muito para se fazer, entraves a superar e normas a serem continuamente melhoradas. Neste sentido, recentemente foi instituída a lei federal que regulamenta a Política Nacional de Segurança e Saúde do Trabalhador a ser desenvolvida de modo articulado e cooperativo pelos Ministérios do Trabalho, da Previdência Social e da Saúde, embora acenda as esperanças dos trabalhadores que tanto sofrem com os infortúnios acidentários acontecidos nos ambientes de trabalho do Brasil, nos mostra também o quanto estamos deficitários no processo de educação com vistas a garantir que o trabalho, base da organização social e direito humano fundamental, seja realizado em condições que contribuam para a melhoria da qualidade de vida, a realização pessoal dos trabalhadores, sem prejuízo para sua segurança, saúde física e mental. Primordial que avanços e mudanças ocorram, para que no futuro famílias não padeçam com os acidentes, doenças e desastres que presenciamos sempre nos locais de trabalho e de sustento na sociedade de hoje.

Luiz R. Louvison - SESMT/PSA
Junho/2013.

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