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Parque Escola

  • Escrito por Prefeitura de Santo André

Pq Escola  24O Projeto Parque Escola teve início em 1997, focado em oferecer educação inclusiva enfatizando o meio ambiente como um dos principais recursos do processo de construção do conhecimento. O objetivo do espaço é sensibilizar as crianças, professores, diretores e funcionários da rede municipal para as questões ambientais e de ciências naturais, estimulando a participação dos conselhos de escola, dos pais e da comunidade, a partir de oportunidades reais na construção e ampliação do conhecimento através do estudo do meio. Seus 50 mil m² oferecem recursos pedagógicos para estimular e despertar a curiosidade sobre a temática ambiental, a botânica, a arte e o reaproveitamento de materiais, bem como a valorização do convívio social e as práticas educacionais.

Grande parte das áreas do Parque Escola foi construída com materiais recicláveis e com a reutilização de recursos naturais.

Quem visita o Parque Escola encontra ambientes como a horta orgânica, horto de plantas medicinais, bromeliário, orquidário, plantas carnívoras, cactário, bosque, sala da árvore laboratório pedagógico de informática, minhocário, sucatoteca, ‘Viveiro Escola’, salas para experimentos com papéis recicláveis, terrário e tinta de terra. Há também biblioteca, galpão para eventos e auditório.

O Parque Escola oferece cursos regulares, na forma de oficinas, palestras e exposições em sua agenda mensal. Além disso, dispõe de espaços para espetáculos teatrais, exposições de fotos e artes plásticas, academia ao ar livre e espaço arborizado para caminhada.


SERVIÇO:
Parque Escola
Rua Anacleto Popote, 46, bairro Valparaíso, Santo André
Telefones: 3356-9050 / 3356-9052
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  • ATRAÇÕES


Agenda Mensal

O Parque Escola mantém mensalmente atividades voltadas para a Educação Ambiental, todas ministradas em parceria com as secretarias da Prefeitura de Santo André e com voluntários que, por meio de cursos, palestras e oficinas trabalham conceitos sobre botânica, sustentabilidade, reutilização de materiais, entre outros. Todas as atividades são divulgadas na agenda mensal do parque e são totalmente gratuitas. O Parque Escola oferece ainda aulas de yoga , lian gong, tai chi chuan e orientações para caminhada para a Terceira Idade.

Pq Escola  14Espaços Pedagógicos: No momento, os espaços pedagógicos do Parque Escola são utilizados pelos alunos da rede municipal de Santo André nas aulas passeio monitoradas e não estão abertos à visitação pública.

Bosque

O bosque possui uma quantidade e diversidade de árvores, que permitem trilhas pela pequena mata, com baixa luminosidade e temperatura. Ambiente agradável nos dias quentes. Algumas espécies despertam maior atenção dos visitantes, como o eucalipto gigante, o pau-jacaré e o pau-brasil.

Bromeliário

Existe no Parque uma coleção de bromélias. Entre elas, a gigante vriesia imperialis, a neoregelia marmorata, com sua folhagem colorida, e a aechmea blanchetiana, de folhagem alaranjada. O Bromeliário é distribuído por corredores formados por troncos de árvores para proteger as plantas do sol.

Canteiros de Plantas Carnívoras

As crianças irão se encantar com a pequena, mas interessante coleção de plantas carnívoras, à disposição em dois canteiros, destinados ao cultivo e à observação dessas plantas.Pq Escola  8

Horta orgânica

Pensado inicialmente para ser um instrumento prático dos cursos de agricultura orgânica e cultivo de hortaliças, a horta orgânica faz parte da aula passeio no parque, com o objetivo de resgatar o conhecimento popular da agricultura doméstica. A horta orgânica tem um cultivo rotativo de hortaliças e legumes. Para o processo de plantio, utiliza-se a reciclagem de lixo – como pilha de compostagem – e do minhocário, para a produção de húmus.

Horto de plantas medicinais e aromáticas

É o espaço mais antigo do parque. Foi construído em 1997 por iniciativa de um grupo de alunos e voluntários que participavam de uma oficina na época. Dedica-se ao cultivo e identificação de plantas aromáticas e de interesse medicinal, com o propósito de resgatar o uso popular destas espécies. É reconhecido pela riqueza de aromas, texturas, sabores e cores.

São aproximadamente 60 espécies de plantas à disposição dos visitantes, como alecrim, hortelã, açafrão, poejo, entre outras. Como o nome mesmo diz, essas plantas são cultivadas organicamente e sem fertilizantes químicos. O solo é adubado por meio de compostos naturais. Até o controle de pragas e plantas invasoras também é feito naturalmente, com estratégias de não agressão ao meio ambiente.
Obs.: Espaço em reestruturação

Jardim dos cactos e das plantas suculentas

Fundado em 29 de abril de 2003, e único na região do Grande ABC, o jardim dos cactos e das plantas suculentas desperta a atenção do visitante pela maneira como conseguem desenvolver mecanismos específicos de sobrevivência em uma condição climática distinta de suas origens.

O jardim tem exemplares vindos da Índia (euphoriba láctea, var cristata, cujo caule tem formato de crista), do México (myrtillocactus geometrizans, com caule colunar com formas geométricas distintas) e de Madagascar. Destaque também para o cacto brasileiro cereus jamacaru, mais conhecido como mandacaru.

Igualmente, as plantas suculentas, popularmente cultivadas dentro de vasos, também encontraram no cactário o local ideal para o seu desenvolvimento.
Obs.: Espaço em reestruturação

Orquidário

Pq Escola  7Instalado no Parque Escola destina-se às aulas práticas de cultivo, orientação de técnicas de plantio e transplante, adubação adequada e condições básicas para o melhor desenvolvimento das plantas. Disponibiliza uma coleção composta de várias espécies de orquídeas distribuídas em vasos e canteiros. A maior é nativa da Mata Atlântica e de regiões asiáticas e híbridas artificiais. Destacam-se, chuva-de-ouro (oncidium flexuosum), orquídea-bambu (arundina graminifolia), baunilha (vanilla sp.), sapatinho (paphiopedium insigne) e olho-de-boneca (dendrobium nobile).

Sala da árvore

Antigamente, a sala era dividida com inúmeras coleções de botânicas. Agora, é composta pelos recursos didáticos: insetário e terrário. Um espaço que contém espécies vivas de bicho pau. O contato direto com os animais e os materiais, fascina todos os alunos da rede municipal que participam da atividade, estabelecendo a importância da preservação ambiental.

Sala do papel

Este espaço estimula posturas responsáveis em relação ao consumo e desenvolve práticas alternativas que evitem o desperdício do material. O local dispõe de objetos feitos com papel reciclável artesanal, como porta-retratos, porta-lápis, caixas decorativas, luminárias e blocos de anotações, entre outros.

Sucatário
O acervo de sucata é organizado e classificado como espaço para geração de ideias e transformação de materiais reutilizados e recicláveis.

Sucatoteca

Criada em 2004, a Sucatoteca visa difundir o conceito da coparticipação e responsabilidade social sobre a reciclagem, o reaproveitamento e a redução da geração de lixo, por meio da vivência com a confecção de objetos, a partir da sucata. Dessa forma, o espaço quer promover a reflexão sobre a questão ambiental por meio do uso de atividades lúdicas e criativas.

Você aprenderá nas oficinas, por exemplo, que é possível transformar papelão em um tapete, fazer um jogo de damas com tampinhas, transformar garrafas de plástico em carrinhos, cavalos, instrumentos musicais, puffs, cortinas, entre outros.Pq Escola  20

A Sucatoteca também oferece aos visitantes palestras, eventos, formações temáticas e oficinas de criação e construção de objetos. A equipe disponibiliza esses cursos nas unidades escolares da rede municipal de Educação que solicitarem. Professores, pais e funcionários das escolas também estão aptos a participarem.

Viveiro Escola

Espaço construído em parceria com o Instituto Fábrica de Floresta e a Brasken. Fundamentado no conceito da Educação Ambiental, mostra, por meio de experiências teóricas e práticas, todo o processo de desenvolvimento e produção de uma planta, contemplando todas as suas fases, desde sua coleta e germinação até o estágio adulto. O Viveiro produz 20 mil mudas anualmente, 50% da produção é destinada à arborização urbana da cidade e os outros 50% são do Instituto Fábrica de Florestas.

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