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Cerca de 300 pessoas participaram do Semineca no SESC Santo André

[img_assist|nid=3116|title=Leonardo Duarte, Roseli Aparecida Biazutti dos Santos e o secretário de Inclusão Social, Antonio Francisco Silva|desc=|link=node|align=center|width=400|height=267]

Cerca de 300 pessoas participaram na tarde desta quarta-feira (25), no SESC Santo André, do Semineca – seminário em alusão aos 20 anos do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente). O evento, gratuito e voltado para pessoas que atuam no segmento, teve como objetivo promover reflexão acerca da implementação, dos avanços e dos desafios para garantia dos direitos da criança e do adolescente durante as duas décadas de existência da regulamentação.

O encontro foi realizado pela Prefeitura de Santo André, por meio da Secretaria de Inclusão Social, em parcerias com a Feasa (Federação das Entidades Assistenciais de Santo André), CMDCA (Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Santo André) e SESC Santo André.

“Esse debate é para levantar reflexões, metas, questionamentos, ações e conclusões sobre o funcionamento do ECA, além de abordar mudanças de paradigmas. A criança e o adolescente não são objetos de direitos, eles podem e devem manifestar suas atitudes”, destaca o secretário de Inclusão Social, Antonio Francisco Silva.

A palestra foi ministrada pela doutora em Serviço Social pela PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo) Myriam Veras Baptista, fundadora e coordenadora do Núcleo de Estudos e Pesquisa sobre Crianças e Adolescentes (NCA/PUC-SP) e fundadora da Associação de Pesquisadores de Núcleos de Estudos e Pesquisas sobre a Criança e o Adolescente (Neca).

[img_assist|nid=3117|title=Mais de 300 pessoas participaram do semineca realizado hoje no SESC Santo André|desc=|link=node|align=center|width=640|height=427]

Durante a palestra, Dra. Myriam defendeu a importância de se investir na universalidade dos serviços de  escolas de período integral e creches nas áreas de vulnerabilidade social. “Essa universalidade aumentaria a possibilidade de sobrevivência e qualidade de vida dessas crianças”. Para  Dra. Myriam, o ECA é resultado de relação de forças.

Também participou do encontro o ex-menino de rua Leonardo Duarte, que abraçou a fotografia como profissão, utilizando a atividade como ferramenta de transformação social.  Seus trabalhos têm como temas principais a denúncia social e a defesa dos direitos humanos, especialmente de crianças e adolescentes. Duarte também é educador social do Projeto Meninos e Meninas de Rua, de São Bernardo do Campo.

“É preciso tentar resgatar a importância das organizações sociais voltadas para crianças e adolescentes. É necessário também levar à reflexão sobre a qualidade de ensino, porque a educação é fundamental para o desenvolvimento mental e psíquico dessas crianças”, destacou Duarte, nordestino que já teve sua vida retratada em diversos jornais importantes do país.

 

Última modificação emTerça, 31 Agosto 2010 05:10

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