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Serviços de ensino lideram ranking de reclamações do Procon Santo André

Serviços de ensino lideram ranking de reclamações do Procon Santo André

Na sequência aparecem setores de telefonia fixa e móvel e mercado financeiro

Santo André, 20 de março de 2019 – Os serviços de educação, que englobam instituições do ensino infantil até o ensino superior, lideraram o número de queixas no Procon Santo André em 2018. As informações estão no ranking municipal de reclamações fundamentadas divulgado pelo órgão, que é vinculado à Secretaria de Assuntos Jurídicos da Prefeitura e conveniado à Fundação Procon-SP. O comércio eletrônico liderou o levantamento anterior, referente aos registros de 2017.

O setor de educação teve 168 registros de queixas no ano passado, o que representou 29% das reclamações fundamentadas feitas no Procon Santo André. A maioria dos acionamentos diz respeito a problemas com contrato e cobranças indevidas. A liderança deste setor no ranking se deve especialmente à Anhanguera, que foi a empresa mais reclamada pelos consumidores em 2018.

Na sequência aparecem os serviços de telefonia fixa e móvel, com 86 registros (15% do total).  Os principais problemas são cobranças indevidas, relativas principalmente a serviços não contratados ou a cobranças posteriores à solicitação de cancelamento do contrato. Há também queixas referentes a problemas básicos e estruturais, especialmente na área de telefonia fixa com a excessiva demora para instalação, transferência de linhas/internet ou reparo destas. Sobre a telefonia móvel, são questionados problemas atrelados em sua grande maioria à qualidade do serviço (sinal, cobertura, velocidade e capacidade de transmissão) e alteração de planos não autorizada.

No mercado financeiro, terceiro setor com mais registros, crescem cada vez mais os problemas com cartões de crédito – foram 79 reclamações no ano passado (14%). A maior parte é em relação a cobranças indevidas ou não reconhecidas pelos consumidores e às fraudes e clonagens que se tornaram cada vez mais frequentes. O quarto setor com mais queixas foi o de empresas de financiamento, que contabilizaram 46 registros (8%). Na sequência do ranking aparecem agências e operadoras de viagens (pacotes turísticos), que somaram 43 registros (7%).

“O Cadastro Municipal de Reclamações Fundamentadas é composto por todas as reclamações registradas no ano, bem como a devida classificação do processo, o qual pode ter sido ou não atendido. Em 2018 foram registrados 18.175 atendimentos, entre os quais podemos destacar as consultas, orientações, atendimentos preliminares, Cartas de Informações Preliminares (CIPs) e reclamações. Deste total, 946 geraram Reclamações Fundamentadas (audiências), que são demandas não solucionadas em fase preliminar que seguiram para uma segunda etapa de tentativa de conciliação, com o devido registro de processo administrativo em nossa unidade”, destaca a diretora do Procon de Santo André, Doroti Gomes Cavalini.

Em 2018 a empresa que liderou o ranking de fornecedores mais reclamados em Santo André foi a “Anhanguera/Unopar”. Em segundo lugar aparece a empresa CNova Comercio Eletrônico S.A e em terceiro a empresa Tim. O ranking de 2017 apresentou as seguintes empresas: CNova Comercio Eletrênico S.A. em primeiro lugar; Telefônica Brasil S/A em segundo e Claro S/A em terceiro.

Atendimento - Para tirar dúvidas e registrar reclamações, os munícipes também têm à disposição o atendimento na sede do Procon de Santo André, que fica na rua Arnaldo, 49, na Vila Bastos. É necessário que o consumidor seja morador da cidade. Para situações de primeiro atendimento, o horário é de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h, com distribuição de senhas.     

Vale lembrar que não existe agendamento prévio. O consumidor interessado deve trazer cópias do RG (Registro Geral) e do CPF (Cadastro de Pessoa Física), além do comprovante de residência no nome da pessoa e os documentos referentes à reclamação. Caso o titular da reclamação não possa comparecer, deve fazer uma procuração simples para ser representado no atendimento. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 3356-9200.

Texto: Caroline Terzi 
Fotos: Júlio Bastos/PSA

 

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