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Você já viu como as casas de engenheiro na Vila de Paranapiacaba são confortáveis?

  • Escrito por Prefeitura de Santo André
  • Categoria: Vila de Paranapiacaba
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CastelinhoO luxo e conforto é tão grande que uma família optou por não abandonar uma das casas...

Diziam que só sairiam de lá depois de mortos! Será?

A residência mais imponente e mais luxuosa da Vila de Paranapiacaba é o Castelinho.

Foi construída para ser a moradia do Engenheiro Chefe da ferrovia e de lá é possível avistar toda Vila e também o pátio ferroviário.

Desta forma, o Engenheiro Chefe, sem abandonar o conforto de sua residência, exercitava seu controle sobre todos.

Não se sabe ao certo quem foram os moradores do Castelinho, mas conta a história que a família de um Engenheiro Chefe habitou por muito tempo esta residência.

Por tanto tempo desfrutaram do conforto e poder que se apegaram a isto! Diziam que só sairiam de lá após a morte! Será?

Durante muito tempo a construção esteve abandonada e foi reformada em 2002.

Os moradores da Vila afirmam que a residência ainda é habitada pelo fantasma do engenheiro chefe e de sua esposa, pois há relatos de que já foram vistos por lá.

Alguns dizem ainda que na sala a direita de quem entrar pela porta principal do Castelo, que era utilizada pelo Engenheiro Chefe quando recebia visitas, há um quadro com uma imagem que dizem ser do próprio engenheiro.

Ao observar atentamente este quadro é possível perceber que os olhos seguem o visitante como se vigiassem o comportamento do intruso dentro da residência.

Se ouvir portas e janelas baterem é melhor abreviar a sua visita, pois dizem ser um sinal de que o Engenheiro e sua esposa não estão satisfeitos com a sua presença lá.

 

Fonte: www.samotur.com.br

Muita gente se diverte dançando nos bailes de Paranapiacaba!

  • Escrito por Prefeitura de Santo André
  • Categoria: Vila de Paranapiacaba
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Durante muitas décadas os animados bailes realizados na Vila de Paranapiacaba embalaram os passos de muitas pessoas que bailaram no salão.

bailarinaDurante o tempo dos ingleses era muito comum os moradores dedicarem seu tempo livre as artes, principalmente a música e dança.

Outra paixão local era o futebol, que alguns dizem ter sido introduzido no Brasil a partir de Paranapiacaba. Mas isso já é outra história...

O futebol e as artes eram representados pela Sociedade Lyra da Serra, dedicada às artes e o Serrano Futebol Clube, que tem em seu currículo feitos como a vitória contra o Corinthians em jogo realizado na Vila.


As duas agremiações se uniram na sede, o Clube União Lyra Serrano, onde os bons músicos da Sociedade Lyra da Serra animavam os bailes locais.

Os bailes eram tradicionais e juntavam todos os moradores e atraiam visitantes em animadas noitadas.

Conta a história que uma jovem moradora exibia todas as suas habilidades de exímia bailarina, deslizado suavemente pelo salão embalada pela banda local.

Seu sapateado atraia a atenção de todos que paravam para observá-la.

Lyra 1Em todos os bailes a presença desta jovem era certa e seu pequeno show particular embevecia a todos os presentes.

Os tempos passaram e os bailes foram se tornando mais raros. A jovem envelheceu e a idade trouxe doenças que a impediram de fazer o que mais gostava: dançar. Com a limitação veio a tristeza e a morte.

Porém a passagem para um outro nível de existência, libertou a bailarina de seu corpo débil e hoje em algumas noites ela é vista deslizando seus leves passos pelo salão do Clube e quem passa ao lado do prédio garante que ouve seus sapateados.

Fonte: www.samotur.com.br

Vila de Paranapiacaba

  • Escrito por Prefeitura de Santo André
  • Categoria: Vila de Paranapiacaba
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paranapiacaba-relogio

Em 1850 Irineu Evangelista de Souza, o Barão de Mauá, empenhou-se na construção de uma Estrada de Ferro e, em 1856, um Decreto Imperial concedeu a ele o privilégio da construção e o prazo de 90 anos para sua exploração. Em 1860 conseguiu reunir capital suficiente e formou a empresa The São Paulo Railway Company Ltd. - SPR para construí-la. Paranapiacaba surge como acampamento para os trabalhadores que construíram o trecho da Serra do Mar. Com a inauguração da ferrovia, em 1867, a empresa viu-se obrigada a manter operários no local para a operação dos serviços e manutenção das obras. Posteriormente à duplicação da ferrovia edificou-se uma nova vila no Alto da Serra, a Martin Smith, de ruas arborizadas com alinhamentos regulares e sistemas de água e esgoto.

Na década de 1940 a Vila sofreu duas marcantes intervenções: em 1945 passou a chamar-se Paranapiacaba e, no ano seguinte, a São Paulo Railway Co. foi incorporada ao Patrimônio da União e passou a ser administrada pela Estrada de Ferro Santos a Jundiaí - EFSJ, terminando assim a presença dos ingleses na região. Ao receber o patrimônio, em 1946, o governo federal esforçou-se em manter a qualidade no transporte de carga e de passageiros que os ingleses tinham até então.

No tempo dos ingleses a Vila de Paranapiacaba apresentava certo ar europeu, romântico, com casas de madeira, quintais separados por cercas vivas e ruas calmas, ladeadas de pinheiros, em contraste com a Parte Alta, que recebeu uma ocupação urbana marcada pela herança portuguesa, com ruas estreitas e casas de pequenas frentes edificadas junto ao alinhamento. Unindo a Parte Alta à Parte Baixa há uma ponte metálica destinada exclusivamente aos pedestres e bicicletas, que se mantém até hoje após algumas reformas.

Em 1982 o Sistema Funicular construído pelos ingleses deixou de funcionar. Foi o fim de uma era de glamour e o começo de uma luta pela preservação do que ainda restava da História da ferrovia inglesa. Iniciava-se um movimento para a redestinação de Paranapiacaba a fim de transformá-la num polo turístico que mostrasse a beleza de seu casario, matas, águas e trilhas, que envolvesse as pessoas em seu clima mágico, histórico e cultural. Em 1987 foi elaborado pela Emplasa, empresa estadual de planejamento metropolitano, o Plano Integrado de Preservação e Revitalização de Paranapiacaba e, nesse mesmo ano, o Condephaat, órgão estadual de preservação do patrimônio, publica seu tombamento histórico, abrangendo a área do núcleo urbano, os equipamentos ferroviários e a área natural ao seu redor, selando legalmente o local como de interesse público. Em abril de 2000 Paranapiacaba tornou-se oficialmente um dos núcleos do programa da Reserva da Biosfera da UNESCO, que engloba a proteção de 329 áreas de floresta em 83 países.

Em 2001 a Prefeitura de Santo André deu o primeiro passo para assumir definitivamente a administração da Vila ao criar a Subprefeitura de Paranapiacaba e Parque Andreense e, em 2002, foi formalizada a compra da Vila de Paranapiacaba da Rede Ferroviária Federal S.A. - RFFSA. O contrato de compra e venda foi assinado no interior do Castelinho, testemunha inglesa do negócio, que mudaria o destino de Paranapiacaba.

Em 05 de junho de 2003, Dia Mundial do Meio Ambiente, foi criado o Parque Natural Municipal Nascentes de Paranapiacaba, área verde com cerca de 4,2 km² de Mata Atlântica no entorno da Vila.

Hoje Paranapiacaba conta com dois museus: o Castelinho, construção vitoriana que serviu de residência para o Engenheiro Superintendente, autoridade máxima da ferrovia inglesa, que guarda a memória dos tempos de funcionamento da São Paulo Railway Co., e o Funicular, que consiste em três galpões situados no pátio ferroviário, onde é possível ver as locomotivas, o carro fúnebre, as máquinas fixas e peças menores, como a azeitadeira, utilizada para lubrificar as máquinas. Ao ar livre podem ser vistos o trem ambulância, já bem enferrujado e o trem guindaste a vapor.

Paranapiacaba é cercada por três importantes Unidades de Conservação: o Parque Nascentes, citado acima, a Reserva Biológica do Alto da Serra de Paranapiacaba e o Parque Estadual da Serra do Mar. As matas, Parques e quedas d’água existentes no entorno da Vila compõem um cenário natural fantástico, que pode ser percorrido por trilhas de trajetos fáceis ou difíceis e requerem acompanhamento de guia habilitado e cadastrado pela Prefeitura. Dentre elas as mais conhecidas são as trilhas da Pontinha, do Mirante e da Água Fria.

Em 2001 realizou-se na Vila o 1º Festival de Inverno de Paranapiacaba, com muita expectativa. Os visitantes chegavam pela passarela metálica, que liga a Parte Alta à Vila Nova; os espetáculos se concentravam no Clube União Lyra-Serrano, outrora palco de grandes bailes e espetáculos. O Festival continua ocorrendo anualmente, se expandiu, com vários artistas se apresentando em palcos espalhados pela Vila e atualmente é um dos eventos mais conhecidos do Município. Durante o Festival vários atrativos, além dos artísticos e culturais, são oferecidos ao visitante.

Em abril acontece o Festival do Cambuci, fruta nativa da Mata Atlântica que é marca registrada da região e patrimônio imaterial de Santo André desde 2013, onde são oferecidos diversos pratos, doces e bebidas que utilizam o fruto como principal elemento.

Outros eventos, como a Convenção de Bruxas e Magos, a Festa do Padroeiro e a Feira de Artes e Antiguidades acontecem no decorrer do ano.

Tombada como patrimônio histórico pelos órgãos de preservação patrimonial federal, estadual e municipal (IPHAN, CONDEPHAAT e COMDEPHAAPASA), Paranapiacaba passa, atualmente, por processo de restauração financiado pelo Programa de Aceleração do Crescimento - Cidades Históricas, do Governo Federal.


EDITAL DE CHAMAMENTO PÚBLICO PARA CESSÃO DE USO DE ÁREAS PARA A EXPLORAÇÃO DE PRAÇAS DE ALIMENTAÇÃO DO XVIII FESTIVAL DE INVERNO DE PARANAPIACABA – SANTO ANDRÉ/SP


EDITAL DE CHAMAMENTO Nº. 002.6.2018- XVIII Festival de Inverno de Paranapiacaba

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