Logo 5 2017

 

Menu

Atrações de Paranapiacaba

  • Escrito por Prefeitura de Santo André

Caminho do Sal
O Caminho do Sal é uma rota ecoturística, fruto de parceria entre as prefeituras de Santo André, São Bernardo do Campo e Mogi das Cruzes. com uma extensão de 53,5 km, entre São Bernardo, a Vila de Paranapiacaba e Mogi das Cruzes. Seu percurso pode ser feito na totalidade ou em trechos: o Caminho do Zanzalá (de 16 km, entre São Bernardo do Campo e Santo André), o Caminho dos Carvoeiros (de 10 km, em Santo André) e o Caminho de Bento Ponteiro (de 27,5 km, entre Santo André e Mogi das Cruzes) a pé ou de bicicleta. Todo trajeto tem sinalização turística, o que permite ao público perfazê-lo por conta própria ou com o acompanhamento de monitores.
Veja o mapa
Outras informações

HISTÓRIA – O Caminho do Sal foi um dos primeiros caminhos do Planalto Paulista no início da ocupação do seu território pelos portugueses. Conhecido como Zanzalá, o percurso, que ligava os atuais municípios de São Bernardo e Mogi das Cruzes, foi aberto em 1640 para transporte de sal, produto estratégico na época para sobrevivência dos povoamentos. Mais tarde, tropeiros passaram a utilizar o caminho para desviar dos impostos cobrados pelo comércio de pedras preciosas, oriundas das minas de Cuiabá. Em 13 de maio de 1722, o rei de Portugal ordenou a vedação do Caminho do Zanzalá, fato que contribuiu para que o trajeto fosse esquecido.

 A retomada do percurso resgata alguns trechos originais do Caminho do Zanzalá, além de proporcionar sua abordagem simbólica. O Caminho dos Carvoeiros retrata uma parte da história marcada pela extração de madeira para os fornos das olarias dos núcleos colônias de Ribeirão Pires e São Caetano, e a produção de carvão para atender ao crescimento acelerado da Capital e de Santos no final do século 19. Atualmente, este trecho possui uma mata em estágio pioneiro de regeneração com muitos Manacás.
 
Já  o Caminho do Bento Ponteiro resgata o trecho original de um comerciante que no mesmo período saiu de Mogi das Cruzes para se instalar na parte Alta da Vila de Paranapiacaba. Como construiu pontes em sua mocidade, era conhecido por ‘Ponteiro’. Agora como uma atração turística, possibilita aos interessados o entendimento da dinâmica dos deslocamentos durante a exploração colonial, momento de formação do atual território do Grande ABC e do município de Mogi das Cruzes. A intenção dos organizadores é um convite para o público redescobrir, em meio a paisagens fantásticas e muita aventura, um dos caminhos mais antigos do Brasil: o Caminho do Sal.
 
O Caminho do Sal é uma iniciativa das Prefeituras de Santo André, São Bernardo do Campo e Mogi das Cruzes e tem por objetivo resgatar a história da região e estimular o turismo nas cidades. Mais informações podem ser obtidas pelos tels.: 11 4439-0109 e 11 4439-0321.

Circuito Museológico
A Vila mantém até hoje as características do planejamento urbano e dos projetos arquitetônicos originais ingleses, e sua paisagem é constantemente modificada pela neblina que cobre o local, lembrando o famoso “fog” inglês.

Dentro de uma concepção de “museu a céu aberto”, o visitante poderá percorrer o sítio histórico de Paranapiacaba reconhecer as belezas da paisagem cultural local e também poderá visitar algumas de suas principais edificações, conjunto que compõe o Circuito Museológico de Paranapiacaba.

Igreja Bom Jesus de Paranapiacaba
O principal marco referencial na paisagem da Parte Alta, a Igreja Bom Jesus de Paranapiacaba, foi construída por volta de 1889.

Relógio da Estação
A torre de relógio foi erguida em meados de 1898 e tem como grande característica o grande relógio da marca Johnny Walker, de Londres. Suas badaladas regulavam os horários dos trens e a entrada e saída dos funcionários da ferrovia. Trata-se do único monumento que restou após o incêndio da estação de trem de Paranapiacaba. A construção foi restaurada em 2003.

Museu Tecnológico Ferroviário
Local onde originalmente funcionavam as máquinas fixas do quinto patamar da segunda linha que tracionavam os trens no percurso íngreme do trajeto, agora abriga vagões, máquinas, objetos utilizados para manutenção de trens, e tenta contar um pouco da história da ferrovia na região.
A chamada "Serra Velha" inaugurada em 1867, foi o primeiro sistema funicular empregado para transpor a Serra do Mar.
O sistema funicular é composto por cinco patamares distribuídos pela Serra do Mar, sendo o 1º em Piaçaguera e o último na parada Alto da Serra, ou seja, Paranapiacaba.
Neste museu você verá como funcionava o sistema de tração, as máquinas, Maria-Fumaça e outras peças ferroviárias.
Endereço: Pátio Ferroviário
Aberto aos sábados, domingos e feriados.

Museu Castelo
Principal construção arquitetônica da parte baixa, o Castelinho foi restaurado em 2005. Do local o visitante tem uma visão completa da Vila, incluindo o Pátio Ferroviário. Edifício de grande valor arquitetônico, modelo único na Vila, foi construído em 1897 sobre uma elevação natural, em ponto estratégico do qual visualiza-se toda a Vila, representa a escala maior e, isolava engenheiro-residente do restante dos moradores, além de criar a possibilidade da fiscalização propriamente dita. Atualmente abriga peças da ferrovia e a memória social da vila. O Museu apresenta uma exposição permanente com acervo da casa do engenheiro-chefe da empresa SPR – São Paulo Railway Co. (mobiliário, quadros, relógios, etc.), uma maquete física de toda a Vila, cinco tótens instalados no piso superior com fotos da vista das janelas do Museu Castelo, aproveitando a posição estratégica da construção, e possui também banners distribuídos por todas as salas que contam a história da implantação da Vila Ferroviária.

Aberto a visitação mediante agendamento de monitores pelo telefone do CIT: 11 4439 -0237, aos sábados, domingos e feriados, das 10 às 16h com sessões de 30 minutos.

Clique aqui para ver a lista dos monitores ambientais e culturais cadastrados.
Preço por pessoa: R$ 2,00.
Endereço: Rua Caminho do Mendes, s/nº

Clube União Lyra Serrano
Importante edificação da Vila por suas qualidades arquitetônicas e comunitárias, esta foi uma das últimas construções inglesas, erguida por volta de 1936. Todo construído de madeira, com telhas francesas, mantendo as mesmas características originais da outras edificações, chama a atenção por sua ostentação e volumetria. Possui soluções espaciais bem diversificadas, como por exemplo, a transformação do salão principal em sala de cinema e quadra de esportes e salão de baile, com camarotes apropriados ao alto escalão da SPR. Possui ainda outras dependências, como sala de jogos. Esse clube é a união da Sociedade Recreativa Lira da Serra e do Serrano Atlético Clube. Atualmente é sede de diversos eventos da vila. O Clube Lyra, que foi restaurado em 2005 pela Prefeitura de Santo André, com o patrocínio da Petrobrás, possui atualmente uma exposição que aborda o patrimônio sócio-cultural, com um acervo de aproximadamente 400 troféus das décadas de 1920 a 1990, duas mesas de sinuca, mesas de gamão, e painéis fotográficos com imagens selecionadas e registradas a partir de eventos sociais e culturais no decorrer dos anos, e que expressam os costumes e a dinâmica da comunidade local.
Aberto a visitação aos sábados, domingos e feriados, das 9h às 17h. Entrada Franca
Endereço: Rua Antônio Olintho, s/nº

Antigo Mercado
O antigo mercado foi construído em 1899 para abrigar um empório de secos e molhados, e posteriormente, uma lanchonete. Após muitos anos fechado, foi restaurado pela Prefeitura de Santo André e tornou-se um centro multicultural. Com sua posição central privilegiada permite que os eventos realizados tenham um cenário charmoso na serra.
Aberto a visitação aos sábados, domingos e feriados, das 9h às 17h. Entrada franca
Endereço: Rua Campos Sales, s/nº

Centro de Documentação em Arquitetura e Urbanismo de Paranapiacaba
O CDARQ - Centro de Documentação em Arquitetura e Urbanismo de Paranapiacaba - funciona em um conjunto de quatro residências casa tipo E, e abriga uma exposição permanente sobre formação urbana da Vila, seu patrimônio arquitetônico e a tecnologia construtiva em madeira.
Uma linha do tempo localiza as principais fases da Vila, desde as primeiras, quando deixa de ser um acampamento e passa a ter casas em madeira distribuídas desordenadamente, até as últimas, com uma ocupação planejada, traçado ortogonal e tipologias residenciais construídas em série. Painéis e maquetes destrincham o sistema construtivo, quase todo em madeira, e as características arquitetônicas das diversas tipologias. O restauro das 4 casas, que ocorreu em 2007, é resultado de uma pesquisa realizada pelo Centro Universitário Fundação Santo André em parceria com a Prefeitura de Santo André e o Financiamento da Fundação Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo.
Aberto a visitação aos sábados, domingos e feriados, das 9h às 17h. Entrada franca.
Endereço: Avenida Campos Sales, s/nº

Casa da Memória
A casa da Memória é uma tipologia habitacional A, com tijolos e telhas francesas, construída entre 1897 e 1901, e restaurada pela Prefeitura de Santo André em 2003.
Era uma casa de chefe de estação e será transformada em centro cultural que reunirá as memórias individuais e coletivas dos moradores da Vila de Paranapiacaba, articulando-as numa perspectiva de documentação audiovisual sistemática com bases tecnológicas. Será um espaço intermidiático e interdisciplinar, expositivo, educativo, contemporâneo e local de encontro para mostras, cursos, palestras, oficinas, apresentações, audições, projeções, assim como de um “Museu da Memória”, da paisagem humana da Vila.
Aberto a visitação aos sábados, domingos e feriados, das 9h às 17h. Entrada franca.
Endereço: Rua Schnoor, s/nº

Centro de Visitantes do Parque Natural Municipal Nascentes de Paranapiacaba
Está instalado em uma antiga casa de engenheiro recuperada pela Prefeitura de Santo André em 2004, com o patrocínio da Petrobrás e o apoio do Instituto Ecoar para Cidadania. Este espaço conta com cinco salas (com maquete do parque, fotos, jogos interativos, etc.), exposições sobre flora (xiloteca, relativa a madeiras; e germoteca, relativa a sementes) e fauna (réplicas de aves e cobras), brinquedoteca temática (sobre meio ambiente), sala de vídeo/treinamento e oficina para cursos de reciclagem com papel e outros materiais. Além de um espaço para recepção dos turistas, o centro de visitantes do parque constitui-se em um importante suporte para as atividades relativas à educação ambiental e estudo do meio.
Aberto a visitação é aos sábados, domingos e feriados, das 9h às 17h. Entrada franca.
Endereço: Rua Direita, 371. Tel. 11 4439-0231

Campo de Futebol
Segundo relatos, em 1894 um funcionário da SPR jogou sua 1ª partida de futebol no Brasil. Seu nome, Charles Miller e, assim foi introduzida a paixão nacional em meio a uma vila inglesa na Serra do Mar. Este campo presenciou além da 1ª partida, várias outras do Serrano Atlético Clube contra times grandes como Santos, Corinthians, entre outros.
Endereço: Avenida Fox, s/n

Passeio de Maria-Fumaça
O passeio de Maria-Fumaça é outra atração para quem visita Paranapiacaba. A linha turística, operada pela Associação Brasileira de Preservação Ferroviária (ABPF), com apoio da Prefeitura e a MRS Logística, funciona aos domingos e feriados, percorrendo um trecho de um km dentro da área do Museu Ferroviário.
A linha é composta por uma locomotiva a vapor inglesa Sharp-Stewart nº 10, de 1867, ano do início da operação da ferrovia em Paranapiacaba. Acoplado à locomotiva está o carro de passageiros de primeira classe em madeira de 1914, da SPR. O passeio faz parte do roteiro do Museu Funicular, também administrado pela ABPF.

Preço R$ 6,00, Domingos e Feriados das 10 às 16 horas.
Contatos: ABPF – Associação Brasileira de Preservação Ferroviária
Tel.: 11-6692-2949/6695-1151
Endereço: Rua Visconde de Parnaíba 1316 - Estação Ferroviária - Moóca
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Visite o portal do Museu Ferroviário de Paranapiacaba